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Primeiro casamento dentro da UTI do Hospital Ophir Loyola celebra 45 anos de amor e esperança, no PA

Publicada em 02/12/25 às 10:35h - 11 visualizações

por Rádio Nativa FM 92.5 Irituia


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 (Foto: Rádio Nativa FM 92.5 Irituia)

O Hospital Ophir Loyola realizou o primeiro casamento celebrado dentro da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) da instituição, em Belém. A cerimônia uniu Ezequiel Tavares da Silva e Heloisa Helena de Nazaré Gonçalves, casal que convive há 45 anos, tem cinco filhos, quatro netos e dois bisnetos.

O momento marcou a realização de um sonho planejado para ocorrer na última quinta-feira (27), mas que precisou ser adiado devido à internação de Ezequiel em razão de um quadro infeccioso.

O paciente trata um câncer que provoca um crescimento anormal de células na próstata, com metástase óssea, e realiza acompanhamento oncológico no Hospital Ophir Loyola.

“Foi Deus que fez tudo”, relata a esposa, emocionada.

 

Um sonho realizado na UTI

Devido ao estado delicado do paciente e impossibilidade de transferência, a equipe do hospital se mobilizou para montar um ambiente especial, com decoração, maquiagem, buquê e votos emocionados dentro da UTI mesmo.

“Esse casamento representa mais do que um ato religioso. Representa dignidade, respeito e amor”, destacou a superintendente Técnica e Assistencial, Cássia Watrin.

 

Os noivos recebendo a bênção na realização da cerimônia. — Foto: Divulgação

 

A emoção de Heloísa

Heloísa, emocionada, relatou a realização de um sonho adiado por décadas: “A gente já vive junto há tanto tempo, mas Deus tocou no meu coração que eu precisava casar com ele. O casamento seria em casa, mas Deus fez tudo de um jeito tão lindo que acabou sendo aqui”.

Ela também descreveu a forte emoção ao chegar na UTI para a cerimônia: “Quando entrei com meu filho e vi tudo preparado, senti a presença de Deus muito forte. Nunca imaginei que seria assim. Realizei um sonho que eu tinha deixado pra trás sem perceber”.

 

Olhar acolhedor

A enfermeira Girlene Quingosta, que participou da organização, lembra que tudo começou com um pedido simples: uma cadeira de rodas para tentar levar o paciente até a capela do hospital, mas as orientações médicas não permitiram a saída da UTI.

Assim, a equipe de enfermagem, liderada por Girlene Quingosta, mobilizou-se para montar o ambiente. Para ela, o ato foi marcante: “Trabalhar na UTI é lidar diariamente com dor e desafios. Conseguir trazer alegria para uma família tem um valor imenso”.

 

Fonte: G1PA




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